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Ler é viajar sem sair do lugar.

Ler é viajar sem sair do lugar.

FÁBULA é uma narração breve, de natureza simbólica, cujos personagens por via de regra são animais que pensam, agem e sentem como os seres humanos. Esta narrativa tem por objetivo transmitir uma lição de moral.

PARÁBOLAS.

PARÁBOLAS , falam de algo que o povo já conhece, para levá-lo a descobrir aquilo que ele nem imagina. Assim podem falar de realidades misteriosas como o Reino de Deus, por exemplo, como as parábolas de Jesus nos envolvem naquilo que está sendo apresentado e provocam uma iluminação por meio de uma comparação que nos faz perceber como a realidade funciona...

METÁFORA.


METÁFORA é uma figura de estilo (ou tropo linguístico), que consiste numa comparação entre dois elementos por meio de seus significados imagísticos, causando o efeito de atribuição "inesperada" ou improvável de significados de um termo a outro. Didaticamente, pode-se considerá-la como uma comparação que não usa conectivo (por exemplo, "como"), mas que apresenta de forma literal uma equivalência que é apenas figurada.

MITO é uma narrativa de caráter simbólico, relacionada a uma dada cultura. O mito procura explicar a realidade, os principais acontecimentos da vida, os fenômenos naturais, as origens do Mundo e do Homem por meio de deuses, semi-deuses e heróis. O mito só fala daquilo que realmente aconteceu do que se manifestou, sendo as suas personagens principais seres sobrenaturais, conhecidos devido aquilo que fizeram no tempo dos primordios. Os mitos revelam a sua actividade criadora e mostram a “sobrenaturalidade” ou a sacralidade das suas obras. Em suma os mitos revelam e descrevem as diversas e frequentemente dramáticas eclosões do sagrado ou sobrenatural nomundo. É está “intormição” ou eclosão do sagrado(sobrenatural), que funda, que dá origem ao mundo tal como ele é hoje. Sendo também graças à intervenção de seres sobrenaturais que o homem é o que é hoje.

Desperte para o Mundo Encantado da Leitura.


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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Romance entre um gato e uma andorinha.



  
A história de amor impossível entre uma gato e uma andorinha. 




Jorge Amado, a escreveu para seu filho João Jorge em 1948, quando da comemoração de seu 1º aniversário. Foi a única história infantil escrita por esse magnífico autor, mesmo assim, só foi publicada em 1976, quando João, bulindo em seus velhos guardados a reencontrou. Mestre Carybé, ilustrou, com tão lindos desenhos que todo mundo, merece, ler, reler, folhear e sonhar essa mesma história de amor, amor impossível, entre o velho Gato Malhado e a jovem Andorinha Sinhá.O velho Gato Malhado, maltês, olhos pardos,olhos feios e maus, rabugento, solitário, cuja fama, percorre todo o parque, fazendo com que todos os seres viventes dele se afastem.Quando a Primavera chegou, vestida de luz, de cores e de alegria, olorosa de perfumes sutis, desabrochando as flores e vestindo as árvores de roupagens verdes, O Gato Malhado, estirou os braços e abriu os olhos pardos, rebolou-se na grama, como se fosse um Gato jovem, soltou um miado que mais parecia um gemido e até sorriu. O Gato aspirou a plenos pulmões a Primavera recém –chegada. Sentia-se leve, gostaria de dizer algumas palavras sem compromisso, porém todos haviam fugido. Não, todos não. No ramo de uma árvore aAndorinha Sinhá fitava o Gato Malhado e sorria-lheO Gato perguntou-lhe? Tu não fugiste, como os outros? Sinhá diz: eu não, não tenho medo de ti.Tu não podes me alcançar, não tem asas para voar, és um gatarrão feio e tolo, alias, mais feio que tolo.Assim começa a história de amor entre o Gato Malhado, feio, rabugento e com fama de mau e a jovem, corajosa, ousada e louquinha; Andorinha Sinhá.O Gato era a sombra na vida clara e tranqüila da Andorinha Sinhá, ela o seguia do alto, pois pressentia o grande corpo do Gato quando ia a caminho do seu canto predileto e lá de cima, voando, Andorinha jogava gravetos sobre ele só para atrair a sua atenção.Um dia, ele esperou-a, e como ela não veio foi caminhando e quando deu por si, estava debaixo da árvore onde Andorinha morava com sua família.Começam a conversar, ela o chama de feio, ele não quer, ela o chama de formoso, ele não quer, ele pede que o chame de Gato. Ela diz que não pode, pois sempre disseram que Andorinhas não podem conversar com nenhum Gato. (Os Gatos são inimigos das Andorinhas).“Se eu não fosse um Gato te pediria para casares comigo” Andorinha Sinhá, voou rente sobre o Gato, tocou-lhe com a asa esquerda, ele até ouviu o coraçãozinho dela bater forte.Um dia, no outono, Andorinha Sinhá, procura o Gato Malhado e o avisa não vai poder mais vê-lo, vai casar com o Rouxinol.O Gato Malhado passa a viver das recordações e dos doces momentos vividos, fica triste pois sabe que não pode viver só de lembranças, necessita também dos sonhos do futuro. No dia do casamento da Andorinha com o Rouxinol, o Gato vai em busca da cobra cascavel,para por fim a vida, pois já não sonha mais, reconheceu que já não havia futuro com que alimentar seu sonho de amor impossível.Do alto, Andorinha o vê caminhando, e adivinha-lhe o pensamento e deixa cair uma lágrima sobre ele e pensa: quem disse que uma Andorinha não pode se apaixonar por um Gato Malhado. Quem determinou que o amor só pode florescer e frutificar entre os pares. Quem disse isso é por quê nunca viveu nem sonhou uma grande história de amor.

Fonte: 
Shvoong

Leia a historinha -  seis partes - no Blog:
Pedaços em Blog




No video abaixo, imagens da peça o Gato malhado e a Andorinha sinhá. Nesta peça eu faço 
parte como a vaca (dos peitões) Raquel Púcio. Fui convidada para fazer parte do elenco cuja adaptação e direção foi realizada pela talentosa Eleonora Montenegro como formanda do curso de Ed. artística .Era um sonho meu desde criança, participar de  uma peça infantil. Me senti realizada!!
Rejane




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